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A defesa da categoria bancária frente ao Coronavírus

Publicado em Coronavirus
A defesa da categoria bancária frente ao Coronavírus

O surto de COVID-19 (Coronavírus) e sua disseminação global desde fevereiro criaram desafios imediatos significativos para a sociedade e riscos para as perspectivas econômicas. Lidar com quaisquer desafios operacionais que os bancos possam enfrentar deve ser a prioridade. O surto de Coronavírus (COVID-19) exigirá das instituições financeiras foco na saúde e o bem-estar das sociedades, funcionários e clientes, e sua capacidade de sustentar suas operações, caso o surto se expanda significativamente.
Apesar de os clientes usarem cada vez menos agências bancárias, eles ainda servem a um propósito vital para muitas pessoas, e o fechamento das agências bancárias nesse momento, provavelmente aumentaria a ansiedade do público em relação ao que agora é oficialmente designado pela Organização Mundial da Saúde como uma pandemia.
Nós do Fórum, corrente política do movimento sindical bancário sabemos da importância do profissional bancário para a sociedade no seu dia a dia, portanto nesse momento que enfrentamos problemas de saúde por conta da pandemia do Covid-19, estamos prontos para ajudar aqueles que podem vir a enfrentar dificuldades financeiras devido aos impactos desse surto global.
Como nosso foco está na segurança e no bem-estar da categoria e usuários do sistema, trazemos aqui, sem prejuízo das orientações já repassadas pelas Organizações de Saúde e Vigilância Sanitária Nacional, uma série de reivindicações a serem apresentadas na reunião dessa segunda feira(16), as instituições financeiras sob o risco que a não adoção das medidas propostas para prevenção, dobre o número de casos da doença a cada três dias.

  1.  Disponibilizar vacina contra a gripe, inclusive já enviado pela Fetraf RJ ES documento a Fenaban;
  2. Disponibilizar tratamento diferenciado às/os bancários/as que em virtude da suspensão temporária das aulas dos filhos menores, tenham que os acompanhar em casa;
  3. Disponibilizar máscaras faciais descartáveis para mães que estão amamentando;
  4. Higiene frequente, a desinfecção de objetos e superfícies tocados com frequência, porta giratória, maçanetas, corrimão, teclados, caixas eletrônicos são indispensáveis para a proteção contra o vírus.
  5. Disponibilização de álcool em gel 70% para desinfecção das mãos para cada funcionário;
  6. Aumentar a visibilidade e a importância da lavagem das mãos nos banheiros e em toda a instalação;
  7. Aconselhar as pessoas a evitar tocar seus olhos, nariz, boca com as mãos não lavadas, evitar contato próximo com pessoas doentes;
  8. Aconselhar a equipe e os voluntários a ficarem em casa se apresentarem sinais de doença ou entrarem em contato com indivíduos afetados;
  9. Revisar todo o sistema de ventilação das agências visando manter parâmetros ideais de acordo com as normas de vigilância sanitárias vigentes;
  10. Incentivar os clientes nesse período, usarem opções móveis e online para obter acesso remoto aos serviços bancários;
  11. Evitar viagens desnecessárias e os que viajaram recentemente, trabalhar remotamente em quarentena;
  12. Implantar sistema de triagem nas portas das agências como forma de garantir no mínimo um metro de distância entre clientes dentro do ambiente.
  13. As agências bancárias que porventura após todas as recomendações terem sido cumpridas, e que apresentarem risco de contaminação comunitária comprovado, deverão manter-se temporariamente com suas atividades suspensas no esforço para mitigar a propagação do vírus, a exemplo do que ocorreu na Ásia (chegando a 20% em Hong Kong).
 
 

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