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FINTECH, A UBERIZAÇÃO DOS BANCOS

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FINTECH, A UBERIZAÇÃO DOS BANCOS

OS BANCOS QUE SE CUIDEM OU SAIAM ÀS COMPRAS

O a veio com uma observação curta do presidente do JPMorgan, Jamie Dimon, na carta anual endereçada aos acionistas do banco. “O Vale do Silício está chegando”, ele escreveu, “trazendo um monte de startups com cérebro e dinheiro para mudar a nossa indústria”. Era um movimento esperado por Wall Street: mais cedo ou mais tarde, os serviços financeiros deixariam de ser exclusividade de bancos e seguradoras para entrar no radar das startups de tecnologia. Se elas chacoalharam a indústria da música, dos transportes e do cinema, por que poupariam serviços tão essenciais como a movimentação de dinheiro, a emissão de cartões, a liberação de empréstimos ou a contratação de seguros?

Fintech

Fintech vem da junção de Finanças com Tecnologia. A origem do termo é atribuída a um programa de aceleração de startups capitaneado pela Accenture, em parceria com a prefeitura de Nova York. Fintech é portanto o universo destes novos players, que estão criando uma nova forma de se lidar com os produtos e serviços financeiros. Com uso intensivo de tecnologia, estes novos produtos e serviços são geralmente mais fáceis de se usar, mais baratos que os bancos tradicionais, mais simples, intuitivos e estão disponíveis 24/7, na maior parte das vezes através de aplicativos mobile.

Tempo para mudanças

Uma pesquisa do Goldman Sachs mostra que 33% dos millennials (indivíduos que nasceram por volta de 1980 a 1990, e que, portanto, iniciaram sua fase jovem/adulta juntamente como o início do milênio em que estamos, chamadas Geração Y) acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos.

Fonte: epocanegocios.globo.com / finnovation.com.br

 

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