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Meio de operacionalização bancária aprovada na legislação que trata da ajuda financeira aos estudantes da rede pública de Macaé coloca em risco bancários e clientes frente ao coronavírus

Publicado em Itaú
Meio de operacionalização bancária aprovada na legislação que trata da ajuda financeira aos estudantes da rede pública de Macaé coloca em risco bancários e clientes frente ao coronavírus

A Prefeitura Municipal de Macaé pagará ajuda financeira á cerca de 42 mil estudantes da rede pública municipal, que receberão em parcelas mensais, sucessivas e não acumuláveis o valor de 200,00 em decorrência da situação de emergência estabelecida pela pandemia de coronavírus. A ajuda ocorrerá, exclusivamente, no período de recesso escolar estabelecido pela Prefeitura podendo ser revogada a qualquer momento, de acordo com a retomada das atividades escolares regulares ou com a conveniência.
Conforme o projeto de lei 001/20, o pagamento do auxílio será operacionalizado pelo Banco Itaú Unibanco, por meio de ordem de pagamento a ser emitida em nome do estudante beneficiário. O valor devido para cada estudante poderá ser sacado mediante a apresentação de documento original do estudante ou de seu representante legal, em até sete dias após a data da disponibilização do crédito, de acordo com o calendário de pagamento, a ser divulgado.
O Sindicato dos Bancários de Macaé, tendo ciência dos termos da referida legislação, fica preocupado de que tal operacionalização dos pagamentos se dê com a obrigatoriedade do comparecimento dos responsáveis dos beneficiários às agências bancárias, algo impensável para o setor bancário nacional, já que o mesmo dispõe de ferramentas tecnológicas que dispensam  tal procedimento.
“Estaremos enviando ofício ao banco nessa sexta feira (03/04) para cobrar do banco uma forma de estar contornando essa situação. Contamos com a sensibilidade de todos nesse momento, pois afinal de contas, lutamos todos juntos por um objetivo nesse momento; o de conter o avanço do coronavírus, evitando ao máximo aglomerações, preservando assim, não somente a integridade dos profissionais bancários que trabalham dentro das agências bancárias, mas também o público usuário em geral”, afirma Wagner Figueiredo, presidente do Sindicato dos Bancários.

 

Seeb/MR

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